quarta-feira, 28 de abril de 2010

A inteligência ou a burrice da mulher!


Existem mulheres inteligentes e burras.

As burras são fáceis em diagnosticar: a primeira vez tenta destruir a relação "amorosa" do cara e quando consegue, o cara não fica com ela.
Na próxima relação do mesmo carinha, tentando ser esperta, ela é amiga, tira fotos em encontros, até saem juntos (um belo uso do feminino) e quando acaba a relação com sua outra "rival", ela continua sozinha!
Isso é a mulher burra e que se contenta com o pouco da vida.

Já as inteligentes fazem o oposto de tudo isso!! E fingem que acreditam nas colocações masculinas.
E viva o poder feminino e da sua inteligência!

Em Niterói as mulheres são inteligentes porque não acreditam em qualquer "CASO DE AMOR" - Não é mesmo senhor Prefeito Jorge Roberto Silveira???? Não substime a nossa inteligência.


sexta-feira, 26 de junho de 2009

Game da refórma ortográfica

É... já que o diploma caiu... basta curar a dor de cotovelo aproveitando pra treinar o português!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Choveu, e agora? Pra onde eu vou...?

Pra Niterói! Todo ser na face da terra que trabalha 8 horas por dia de segunda à sexta, aguarda ansiosamente o fim de semana. E eu pergunto: Para quê? Para ver a chuva cair? Para se esforçar ao máximo em contemplar essa invenção de Cristo tão necessária para a terra, as plantas, e etc...? Seria para que eu aprendesse a valorizar mais os canais de tv e assistisse as porcarias que me oferecem no fim de semana? (visto que, não tenho tv a cabo? - seria pra me forçar a comprar? ou me humilhar?). Caso isso aconteça, quais são as opções para se divertir na cidade de Niteroi? Não! Não estou nervosa, apenas estou fazendo uma análise fria sobre a situação de uma proletária que teria apenas dois dias da semana (sábado e domingo) para realizar N coisas, e é um pouco impedida devido a chuva. Não...de forma alguma isso me deixa nutrindo sentimentos ruins....eu até que me controlo, sou uma pessoa espiritualizada, iluminada, de Deus... Eu tento fazer outras N coisas que me permitem o tempo, digamos...péssimo!, sendo eu uma pessoa de extrema preguiça em sair na chuva (como qualquer outro mortal). Eu deveria odiar a segunda-feira, mas eu a amo. Por que? porque o tempo só fica bom na se-gun-da. Não, ele não fica bom na terça, nem no sábado, nem em nenhum outro dia, ele começa a ficar ruim às 18 horas de sexta feira e só melhora, às 07 da manhã de segunda-feira! ele só fica bom e-xa-ta-men-te na segunda. Eu até poderia pensar que São Pedro estaria tentando testar minha perserverança e paciência...mas eu já acho que está ficando um pouco repetitivo e ele já deveria perceber que já estamos na primavera. Não! não precisa me segurar, eu estou sob controle, estou calma, centrada, equilibrada e "extremamente feliz" por ir trabalhar na segunda com o céu azul, um dia ótimo! Enfim, vou ter uma semana excelente, dias quentes, de sol, nossa!!! que maravilha...Poxa, me sinto tão feliz...estou até com medo de explodir porque vou ficar inflada de tanto sol durante a semana....nossa!!Que alegria...os seres iluminados devem estar também festejando! Que alegria!!! que bom pra todos! as árvores, as flores, o solo, que lindo....lindo mesmo...que maravilhoso...estou sem palavras...só não derramo lágrimas porque não aguento mais água....

Sefl-Service´s e outras opções de serviço em Niterói

O centro de Niterói é vasto de Self-services, veja no guia de Niterói, onde todos acabam se encontrando na hora do almoço. O que é muito positivo pois a característica do povo daqui de Niterói é gostar de conversar e nada melhor do que comer enquanto se bate um bom papo.

Uma mistura de cozinhas variadas onde existe opções para todos os gostos; como por exemplo a comida japonesa que é muito procurada.
Claro que existem, restaurantes e restaurantes, como por exemplo, o La Mole. conhecido por sua tradição. Se você quiser ir a uma boa churrascaria na terra do sorriso, não vá ao porcão do Sr.José (aquele pé sujo da esquina do seu trabalho), vá ao Restaurante Porcão em Niterói, opção garantida de comida com qualidade!


domingo, 31 de maio de 2009

Um niteroiense em Brasília.

Brasília, cidade de ruas limpas e avenidas largas. Diferente da desorganização predominante nas grandes cidades. Um exemplo. Um modelo. Chegando ao ministério, a recepcionista indica a direção: “Siga, pela calçada, e atravesse na faixa de pedestre”. Ela pontuou bem: “Faixa de pedestre”, mas como vou atravessa com tantos carros passando? Não há semáforo, somente a faixa e no chão e o aviso: “Dê sinal de vida”. Resolvo esperar... Quem sabe um dia consigo atravessar com segurança? De repente, duas pessoas se lançam na frente dos carros sem a menor cautela. Os carros param. Percebo que sou a única pedestre esperando para atravessar. Em Brasília o código de trânsito vale. A prioridade é do pedestre. Ao colocar o pé na faixa, os carros param para minha travessia. Agradeço como se fosse um favor ser respeitada no transito.
Não é a primeira vez venho aqui, portanto essa não é minha primeira impressão. Cidade onde tudo é distante... O calor mais frio que eu já senti. Onde cada coisa fica em um setor. Tem setor de morar, setor de comprar, de trabalhar... As esquinas não têm bares nem esquinas. Brasília à noite, vista do alto é uma verdadeira caricatura de seu próprio modelo. A separação das coisas, lugares e pessoas fica visíveis, desenhadas no mapa. Através da linda arquitetura da cidade vemos a divisão das classes. Em minha primeira visita fiquei dias remoendo idéias, mas não escrevi. Na Crônica que não escrevi, queria falar como me chocou perceber ainda do alto a segregação entre as classes. Linhas retas, quadras perfeitas. Linda cidade em formão de nave. Um pássaro gigante brilhando em seu esplendor. E ao redor, grandes manchas de luz, um amontoado de pessoas “imperfeitas” que construíram a cidade “perfeita”. No planejamento perfeito da cidade perfeita construída para ser a representação do povo não tem espaço para o povo. Desde a crônica que não escrevi rumino essa dura realidade. Sentimentos de angústia sobre a cidade que possui o calor mais frio que já senti.
Pensando bem, prefiro estar na desordem do transito em São Francisco em Niterói, esperando a vez de atravessar, sentada em uma esquina, num boteco onde esteja rolando um bom samba de roda. Boteco, melhor lugar pra se esquecer as fronteiras sociais.


sexta-feira, 15 de maio de 2009

Cidade é poesia

Já dizia o grande poeta Vinicius de Moraes que “beleza é fundamental”. Ok, todos nós sabemos que essa afirmação é referente às mulheres. Vinicius fazia alusão à alma feminina, a sua beleza delicada e única. Mas creio que tal frase também possuí o mesmo poder e veracidade para outros gêneros e uma infinidade de coisas. E um belo encaixe são as cidades belas espalhadas por todo o mundo. Que assim como o corpo feminino, exibe sinuosidade, equilíbrio, por vezes é suntuosa, e nos proporciona “graça nas pupilas”.
Assim como a poesia, toda cidade tem um “por quê” de existir , ou seja, tem a sua história, sua forma, seu estilo, sua sensibilidade. E do mesmo jeito em que a análise de uma poesia vem pelo seu conteúdo e, principalmente, pela qualidade, assim também é com o lugar que reserva espaço para moradia, trabalho e diversão. Uma boa qualidade, que revitaliza, é comprovada por uma passeio que pode-se iniciar no caminho Niemeyer, passando por Boa Viagem, sem deixar de admirar a obra escultural que é o MAC, caminhar pela praia de Icaraí, tomar um sorvete sentindo o ar puro de São Francisco e fechar com um recanto pitoresco, Jurujuba. Com certeza a sensação será a mesma de se deliciar com uma boa poesia.




quinta-feira, 30 de abril de 2009

Cidade natal X Cidade acolhedora

É mais do que normal vê gente que nasceu em uma cidade, ou até mesmo outro país, e ir para uma diferente depois de um tempo. A gente vê disso toda hora, cada um tem o seu motivo. Um por causa de trabalho, outro por família, casamento e por aí vai. Mas a verdade é que todo mundo tem a “cidade do coração”. Aquela que estão os amigos, o trabalho, o riso e o prazer de viver. Não tem como, todo mundo mesmo tem isso, ou é a cidade que nasceu ou a que acolheu. O logradouro em que se come e dorme passa a ser uma pessoa, que recebe carinho, sentimento e admiração

E como uma boa cidadã eu também sou dessas “mães adotivas de cidade”. Eu tenho esse direito, poxa. Ta, tudo bem...eu não fui para outro país, nem pra outro estado. Mas, mesmo estando a 15 min do meu Rio de Janeiro, Niterói é uma outra cidade, outro município. Ela tem outras belezas, outras paisagens, outras pessoas, cultura e gírias.

Agora podem ter certeza que eu não estou errada em agarrar essa cidade com toda força. É impossível não se apaixonar pela terra do Araribóia. Sim, ela é reconhecida pela estonteante vista para o Rio, mas quem vem a essa “cidade sorriso”, descobre que há muito mais escondido em cada ponto. Você encontra recantos que fazem com que os 13 km de ponte valham à pena. Em meio a belíssimas praias, noite agitada para todos os grupos, museus conhecidos mundialmente e espaço para esportes radicais, Niterói cresce em silêncio e conquista, de forma sólida, um espaço de destaque no cenário fluminense e brasileiro também.

É isso aí, sendo aquela que você nasceu, cresceu ou criou seus filhos ame a cidade que vira uma mãe (ou filha) para você. A escolha é tua!

 
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