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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Crônicas da guanabara - puro plágio
,lá era tão longe que demorei muito a chegar... A unica certeza é que a margem oposta vai se afastar ao me aproximar de qualquer uma delas. Na volta, perdida entre achados já estou tão perto que chego em um segundo. Demorei por que o lugar foi invadido por pássaros que fizeram tanto burburinho que pareciam bater as asas dentro de minha barriga; Impotente de verdades, farta de silêncios, sigo indo sendo;
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Game da refórma ortográfica
É... já que o diploma caiu... basta curar a dor de cotovelo aproveitando pra treinar o português!
Postado por Comboblogs Niterói Crônicas às 23:24 0 comentários
Marcadores: Daniela Araujo, game da refórma ortográfica
domingo, 31 de maio de 2009
Um niteroiense em Brasília.
Brasília, cidade de ruas limpas e avenidas largas. Diferente da desorganização predominante nas grandes cidades. Um exemplo. Um modelo. Chegando ao ministério, a recepcionista indica a direção: “Siga, pela calçada, e atravesse na faixa de pedestre”. Ela pontuou bem: “Faixa de pedestre”, mas como vou atravessa com tantos carros passando? Não há semáforo, somente a faixa e no chão e o aviso: “Dê sinal de vida”. Resolvo esperar... Quem sabe um dia consigo atravessar com segurança? De repente, duas pessoas se lançam na frente dos carros sem a menor cautela. Os carros param. Percebo que sou a única pedestre esperando para atravessar. Em Brasília o código de trânsito vale. A prioridade é do pedestre. Ao colocar o pé na faixa, os carros param para minha travessia. Agradeço como se fosse um favor ser respeitada no transito.Não é a primeira vez venho aqui, portanto essa não é minha primeira impressão. Cidade onde tudo é distante... O calor mais frio que eu já senti. Onde cada coisa fica em um setor. Tem setor de morar, setor de comprar, de trabalhar... As esquinas não têm bares nem esquinas. Brasília à noite, vista do alto é uma verdadeira caricatura de seu próprio modelo. A separação das coisas, lugares e pessoas fica visíveis, desenhadas no mapa. Através da linda arquitetura da cidade vemos a divisão das classes. Em minha primeira visita fiquei dias remoendo idéias, mas não escrevi. Na Crônica que não escrevi, queria falar como me chocou perceber ainda do alto a segregação entre as classes. Linhas retas, quadras perfeitas. Linda cidade em formão de nave. Um pássaro gigante brilhando em seu esplendor. E ao redor, grandes manchas de luz, um amontoado de pessoas “imperfeitas” que construíram a cidade “perfeita”. No planejamento perfeito da cidade perfeita construída para ser a representação do povo não tem espaço para o povo.
Desde a crônica que não escrevi rumino essa dura realidade. Sentimentos de angústia sobre a cidade que possui o calor mais frio que já senti.Pensando bem, prefiro estar na desordem do transito em São Francisco em Niterói, esperando a vez de atravessar, sentada em uma esquina, num boteco onde esteja rolando um bom samba de roda. Boteco, melhor lugar pra se esquecer as fronteiras sociais.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Pirataria, por quê?
Pirataria, por quê?A semântica pode ir além da nossa visão imediata. Ao escrever sobre pirataria, mencionei os piratas do mar. Pouco ou nada sabemos sobre eles mas reproduzimos a imagem do “Barba Azul” criada e recriada ao longo dos anos por nossa imaginação.
Atualmente, a pirataria, ganhou novamente o foco da mídia e, desta vez o alvo não eram os ambulantes da Praça São João no centro da cidade, mas sim os piratas da Somália, que pouco sabemos mas muito ouvimos falar.
Para ampliar nossa reflexão, uma matéria sobre esse assunto com um olhar diferente do que temos visto na grande mídia. Leia aqui.
Boa leitura!
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Pirataria
CD, DVD, Play I, Play II, quem vai?!
“Três é dez, três é dez! É lançamento freguesa!” Comprar uma cópia do filme Shrek terceiro pirata nos camelôs foi mais fácil do que esperar o filme sair no cinema. O mesmo acontece com praticamente todas as produções de sucesso que chegam às salas de projeção.Mas, afinal, o que é pirataria? Os piratas são conhecidos e descritos como homens sem pátria, que saqueiam, roubam e escondem tesouros em ilhas perdidas no mapa. São homens maus de fato! Em uma definição moderna e um pouco menos poética, seriam, quem sabe... Ladrões? Mas será que é assim que a maior parte da população vê quem copia e vende CDs e DVDs nas bancas de camelô?Hoje conhecemos como “pirata” todo produto reproduzido por alguém ou por algum grupo de pessoas que não possuem autorização para copiar aquela obra ou objeto: brinquedos, tênis, roupas e os mais variados tipos de eletrônicos. A crista da onda da pirataria são as obras musicais e cinematográficas em CD e DVD.Segundo a lei n° 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que protege e define os direitos autorais, reproduzir uma obra ou parte dela sem autorização prévia do detentor de seus direitos é crime, e prevê punição para quem lucra com essa prática. Existem propostas para modificar essa lei e torná-la um pouco mais flexível, mas enquanto isso não acontece é ela que está valendo.Hoje, o filme no cinema não é mais inédito. Inédito é o filme do camelô. Segundo a jornalista Olívia Bandeira, o mercado precisa rever a questão dos direitos autorais, principalmente depois da internet.- Como podem dizer que é proibido copiar um CD se qualquer computador caseiro pode fazer cópias? – questiona a jornalista.Programas que “baixam” música da internet são cada vez mais simples de ser operados, pode-se “baixar” uma quantidade grande de arquivos e armazená-los em uma mídia que custa um real. Onde você compraria um CD por esse preço?O debate em torno dos direito autorais e de propriedade intelectual está na pauta da mídia e cada vez mais na boca do povo. As gravadoras de música, as produtoras de filmes e os artistas, cada vez mais vulneráveis a essa nova tendência, procuram se defender como podem, lançam campanhas de combate a pirataria com base em mecanismos legais na tentativa de frear o consumo desses produtos. Como ficam os artistas? Como é possível sustentar as produções musicais e audiovisuais se as vendas caem e com elas os lucros destinados aos profissionais que se dedicam a essas produções? Nesse dilema “Tostines” fica a dúvida: A pirataria acontece porque o produto é caro ou o produto é caro porque é pirateado?Mas a batalha contra a pirataria não é coisa recente. O livro ameaçado de extinção pelo computador, pela internet e muitas vezes pela baixa procura também foi e continua sendo alvo da pirataria, embora talvez estejamos tão acostumados a tirar cópia dos livros que os professores deixam na fotocopiadora que nem mais percebemos que isso... é crime! Aquela cópia que você tirou para a prova, aquela cópia que o professor fez você fichar, ela mesma! É uma cópia não autorizada de uma obra intelectual. Como resolver essa questão? Está posto o desafio e, quem tiver a resposta, cuidado! Porque se vazar informação... Pode acabar acontecendo o que aconteceu com o filme Tropa de Elite. Antes mesmo que você possa anunciar, já vai estar na mão do camelô.
E você, nunca pirateou?
Veja também:
Nova arma contra DVDS e CDs piratas. Alternativa Brasileira para combater a pirataria.
http://www.youtube.com/watch?v=yhIh2XQdQwc
Veja também:
Nova arma contra DVDS e CDs piratas. Alternativa Brasileira para combater a pirataria.
http://www.youtube.com/watch?v=yhIh2XQdQwc
Daniela Araújo (comboblogs.cronicas@gmail.com) tem 25 anos e cursa o 7º período de Comunicação Social no Centro Universitário Plínio Leite.
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