quinta-feira, 4 de junho de 2009

Sefl-Service´s e outras opções de serviço em Niterói

O centro de Niterói é vasto de Self-services, veja no guia de Niterói, onde todos acabam se encontrando na hora do almoço. O que é muito positivo pois a característica do povo daqui de Niterói é gostar de conversar e nada melhor do que comer enquanto se bate um bom papo.

Uma mistura de cozinhas variadas onde existe opções para todos os gostos; como por exemplo a comida japonesa que é muito procurada.
Claro que existem, restaurantes e restaurantes, como por exemplo, o La Mole. conhecido por sua tradição. Se você quiser ir a uma boa churrascaria na terra do sorriso, não vá ao porcão do Sr.José (aquele pé sujo da esquina do seu trabalho), vá ao Restaurante Porcão em Niterói, opção garantida de comida com qualidade!


domingo, 31 de maio de 2009

Um niteroiense em Brasília.

Brasília, cidade de ruas limpas e avenidas largas. Diferente da desorganização predominante nas grandes cidades. Um exemplo. Um modelo. Chegando ao ministério, a recepcionista indica a direção: “Siga, pela calçada, e atravesse na faixa de pedestre”. Ela pontuou bem: “Faixa de pedestre”, mas como vou atravessa com tantos carros passando? Não há semáforo, somente a faixa e no chão e o aviso: “Dê sinal de vida”. Resolvo esperar... Quem sabe um dia consigo atravessar com segurança? De repente, duas pessoas se lançam na frente dos carros sem a menor cautela. Os carros param. Percebo que sou a única pedestre esperando para atravessar. Em Brasília o código de trânsito vale. A prioridade é do pedestre. Ao colocar o pé na faixa, os carros param para minha travessia. Agradeço como se fosse um favor ser respeitada no transito.
Não é a primeira vez venho aqui, portanto essa não é minha primeira impressão. Cidade onde tudo é distante... O calor mais frio que eu já senti. Onde cada coisa fica em um setor. Tem setor de morar, setor de comprar, de trabalhar... As esquinas não têm bares nem esquinas. Brasília à noite, vista do alto é uma verdadeira caricatura de seu próprio modelo. A separação das coisas, lugares e pessoas fica visíveis, desenhadas no mapa. Através da linda arquitetura da cidade vemos a divisão das classes. Em minha primeira visita fiquei dias remoendo idéias, mas não escrevi. Na Crônica que não escrevi, queria falar como me chocou perceber ainda do alto a segregação entre as classes. Linhas retas, quadras perfeitas. Linda cidade em formão de nave. Um pássaro gigante brilhando em seu esplendor. E ao redor, grandes manchas de luz, um amontoado de pessoas “imperfeitas” que construíram a cidade “perfeita”. No planejamento perfeito da cidade perfeita construída para ser a representação do povo não tem espaço para o povo. Desde a crônica que não escrevi rumino essa dura realidade. Sentimentos de angústia sobre a cidade que possui o calor mais frio que já senti.
Pensando bem, prefiro estar na desordem do transito em São Francisco em Niterói, esperando a vez de atravessar, sentada em uma esquina, num boteco onde esteja rolando um bom samba de roda. Boteco, melhor lugar pra se esquecer as fronteiras sociais.


sexta-feira, 15 de maio de 2009

Cidade é poesia

Já dizia o grande poeta Vinicius de Moraes que “beleza é fundamental”. Ok, todos nós sabemos que essa afirmação é referente às mulheres. Vinicius fazia alusão à alma feminina, a sua beleza delicada e única. Mas creio que tal frase também possuí o mesmo poder e veracidade para outros gêneros e uma infinidade de coisas. E um belo encaixe são as cidades belas espalhadas por todo o mundo. Que assim como o corpo feminino, exibe sinuosidade, equilíbrio, por vezes é suntuosa, e nos proporciona “graça nas pupilas”.
Assim como a poesia, toda cidade tem um “por quê” de existir , ou seja, tem a sua história, sua forma, seu estilo, sua sensibilidade. E do mesmo jeito em que a análise de uma poesia vem pelo seu conteúdo e, principalmente, pela qualidade, assim também é com o lugar que reserva espaço para moradia, trabalho e diversão. Uma boa qualidade, que revitaliza, é comprovada por uma passeio que pode-se iniciar no caminho Niemeyer, passando por Boa Viagem, sem deixar de admirar a obra escultural que é o MAC, caminhar pela praia de Icaraí, tomar um sorvete sentindo o ar puro de São Francisco e fechar com um recanto pitoresco, Jurujuba. Com certeza a sensação será a mesma de se deliciar com uma boa poesia.




quinta-feira, 30 de abril de 2009

Cidade natal X Cidade acolhedora

É mais do que normal vê gente que nasceu em uma cidade, ou até mesmo outro país, e ir para uma diferente depois de um tempo. A gente vê disso toda hora, cada um tem o seu motivo. Um por causa de trabalho, outro por família, casamento e por aí vai. Mas a verdade é que todo mundo tem a “cidade do coração”. Aquela que estão os amigos, o trabalho, o riso e o prazer de viver. Não tem como, todo mundo mesmo tem isso, ou é a cidade que nasceu ou a que acolheu. O logradouro em que se come e dorme passa a ser uma pessoa, que recebe carinho, sentimento e admiração

E como uma boa cidadã eu também sou dessas “mães adotivas de cidade”. Eu tenho esse direito, poxa. Ta, tudo bem...eu não fui para outro país, nem pra outro estado. Mas, mesmo estando a 15 min do meu Rio de Janeiro, Niterói é uma outra cidade, outro município. Ela tem outras belezas, outras paisagens, outras pessoas, cultura e gírias.

Agora podem ter certeza que eu não estou errada em agarrar essa cidade com toda força. É impossível não se apaixonar pela terra do Araribóia. Sim, ela é reconhecida pela estonteante vista para o Rio, mas quem vem a essa “cidade sorriso”, descobre que há muito mais escondido em cada ponto. Você encontra recantos que fazem com que os 13 km de ponte valham à pena. Em meio a belíssimas praias, noite agitada para todos os grupos, museus conhecidos mundialmente e espaço para esportes radicais, Niterói cresce em silêncio e conquista, de forma sólida, um espaço de destaque no cenário fluminense e brasileiro também.

É isso aí, sendo aquela que você nasceu, cresceu ou criou seus filhos ame a cidade que vira uma mãe (ou filha) para você. A escolha é tua!

Vênus Platinada - Manipuladora


Bem, acho que não é novidade para ninguém que a Rede Globo é a maior emissora do nosso país desde que eu me entendo por gente, quer dizer, desde muito antes de eu pensar em ser gente. Um dia desses, navegando pela internet, entrei em um site muito interessante, http://www.donosdamidia.com.br/ , que só me deu mais certeza de como as Organizações Globo possui uma potência grandiosa. A Vênus Platinada além de ser dominadora de vários segmentos da mídia, seja na TV, nos jornais, nas revistas, e lá vai fumaça... é manipuladora de opinião, até porque é isso que a “elite midiática” quer, alienar a sociedade. Só para finalizar, apesar dos pesares, só se deixa ser manipulado quem quer, nós ainda temos um controle remoto na mão. Cansou de assistir tanto lero-lero? Muda de canal ou vai ler um livro.

Belezas e Surpresas de Niterói


Hoje, sentada em frente ao computador, fiquei pensando sobre o que escrever. Logo me veio à idéia de falar sobre a cidade de Niterói. Uma cidade repleta de belezas e surpresas. Lindas praias, que formam uma maravilhosa orla marítima, além das belezas criadas pelas mãos do homem, como museus, igrejas, fortes, monumentos, dentre outros. A maior surpresa dessa cidade é ser considerada a melhor cidade para se viver no Estado do Rio de Janeiro e a 4ª melhor do País, isso segundo relatório da ONU, no ano de 1998. Mas por que a surpresa? Você poderá estar se perguntando. Por se tratar de uma cidade carioca, onde a todo o momento só se ver tragédia e surpresas “inacreditáveis”. A cidade de Niterói tem um jeito diferente, ainda guarda vestígios de cidade do interior, onde as pessoas se conhecem apenas pelo nome ou até mesmo pela profissão. João da mercearia, Maria costureira e por assim vai. O bairro de Jurujuba é um exemplo disso, onde ainda predomina colônia de pescadores. Longe da correria e tumultos de centros urbanos, Jurujuba é um local de tranqüilidade e vida serena. Difícil de acreditar, mas no estado do Rio de Janeiro, ainda tem lugares assim.



terça-feira, 21 de abril de 2009

Pirataria, por quê?

Pirataria, por quê?


A semântica pode ir além da nossa visão imediata. Ao escrever sobre pirataria, mencionei os piratas do mar. Pouco ou nada sabemos sobre eles mas reproduzimos a imagem do “Barba Azul” criada e recriada ao longo dos anos por nossa imaginação.

Atualmente, a pirataria, ganhou novamente o foco da mídia e, desta vez o alvo não eram os ambulantes da Praça São João no centro da cidade, mas sim os piratas da Somália, que pouco sabemos mas muito ouvimos falar.

Para ampliar nossa reflexão, uma matéria sobre esse assunto com um olhar diferente do que temos visto na grande mídia. Leia aqui.


Boa leitura!

 
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